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Case Prensas Schuler
Nova fábrica de rolamentos Schuler
por Jorge Dols Rodergas Gerente de Produtos de Energia
"A simulação mostrou onde estavam os gargalos, permitindo que a Schuler pudesse implantar as ações necessárias a tempo."
Sobre a empresa
A Prensas Schuler S.A. é uma tradicional empresa no segmento de prensas de grande porte e de prensas 'transfer' para a indústria automobilística. Ela é hoje o maior fabricante de equipamentos para conformação de metais na América do Sul. Este ano (2008) a Schuler começou uma nova frente de produção, criando uma nova linha para a fabricação de rolamentos de grande porte para geradores eólicos.
Objetivos e escopo
Preocupados se a linha de produção projetada conseguiria atender a demanda planejada, a Schuler contratou a Belge para simular esta nova fábrica e, assim, verificar a capacidade produtiva da mesma, podendo antever problemas potenciais em tempo hábil para tomar as ações corretivas necessárias.
Foram construídos modelos para diferentes layouts e futuras expansões da fábrica. O modelo desenvolvido foi parametrizado e dessa forma a Schuler pode simular diferentes cenários alterando os seguintes parâmetros:
- Diferentes seqüenciamentos de produção e tamanho de lote;
- Tamanho dos buffers;
- Quantidade de máquinas;
- Tempos de operação;
- Velocidades das pontes rolantes;
- Tempos de setup e manutenção dos equipamentos.
Resultados e Ganhos
A Schuler havia feito um estudo prévio da capacidade da fábrica usando análise estática com planilhas. Nesse estudo, previa-se que a fábrica conseguiria atender a demanda prevista. Porém, com a simulação, pode-se verificar que, devido aos gargalos do processo, a fábrica conseguiria produzir apenas 30% da demanda projetada. A simulação mostrou onde estavam os principais gargalos do processo, permitindo que se pudesse fazer antecipadamente o planejamento das correções necessárias poupando assim muito dinheiro e esforço, ao corrigir os problemas da produção antes deles ocorrerem. Através da simulação desta nova linha pode-se avaliar:
- A capacidade produtiva dos diferentes layouts;
- O número de máquinas necessárias;
- Os gargalos do processo;
- O tamanho necessário dos buffers.






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