Março / 1999
EDITORIAL

"A terceira via" Em nossa atividade profissional, frequentemente nos vemos diante de importantes decisões a serem tomadas. As saídas costumam ser duas:

  1. chute baseado na intuição – onde certamente se perde muito dinheiro (sem comentários...)
  2. contratação de uma renomada consultoria – muita ‘postura’ e retórica, porém frequentemente onerosa, lenta, superficial e de resultado duvidoso.

As tecnologias de simulação de processos e otimização logística, colocam-se no mercado mundial como a 3a. via, na qual não se obtém simplesmente uma resposta, mas sim A RESPOSTA CERTA - num preço e prazo inferiores aos praticados pelas consultoria tradicionais. A BELGE está à sua disposição para lhe munir e capacitar no que existe de mais efetivo na resolução de problemas complexos, através de produtos e serviços de padrão internacional.

MARCOS NO SETOR DE SIMULAÇÃO Recentemente 2 fatos importantes entraram para a história da simulação no Brasil: 1) O Banco Itaú foi a primeira empresa no setor de serviços a investir pesado nesta tecnologia, ao adquirir 5 cópias completas do simulador ‘ServiceModel’ assim como serviços de consultoria, treinamento e suporte técnico para vários departamentos da empresa. O ‘ServiceModel’ foi escolhido após criterioso processo seletivo onde competiu com outro produto baseado em templates. Com isso o Brasil ingressa definitivamente no uso de simulação na indústria de serviços, refletindo a realidade dos EUA onde há anos este ferramental não se restringe apenas à manufatura e logística. 2) A maior concorrência já registrada nesse mercado foi também vencida pela BELGE / PROMODEL. Após um criterioso processo licitatório (técnica & preço), o ‘ProModel’ foi vencedor nos CORREIOS, frente a outros produtos do mercado. Os Correios adquiriram 11 cópias completas, além de serviços de suporte, manutenção e treinamento para quase 50 funcionários de suas sedes em SP, RJ, MG, RS, PR, DF e PE. PROMODEL: LIDERANÇA TAMBÉM NA ÁREA ACADÊMICA Algumas das Instituições que compraram e adotam o ProModel em suas disciplinas: COPPE – COPPEAD – EESC/USP - EPUSP (Produção, Mecânica e Naval) – FEI (SBC/SP) – FUND. GETÚLIO VARGAS/EAESP - PUC/PR – PUC/RS – SENAI – TECPAR - UDESC/ESAG - UFMG - UFRGS - UFRJ – UFSC - UFSCAR – UNICAMP – UNIMEP - UNISINOS O JEITINHO BRASILEIRO DE TOMAR DECISÕES Do Oiapoqui ao Chuí, da indústria de serviços à empresa de autopeças, a realidade é uma só: infelizmente as empresas não planejam adequadamente suas operações e/ou tomam decisões empíricas que implicam em: falta de competitividade; prejuízos; margens operacionais insatisfatórias; etc. Trata-se de uma regra, principalmente quando nos referimos à empresas nacionais, familiares ou de menor porte. Mesmo nas grandes empresas ou nas multinacionais, nos vemos diante de situações inusitadas, onde o ‘chutômetro’ é a regra, onde a falta de ferramentas e conceitos adequados costumam ser amortecidos por esporádicas consultorias - zelosas de seu pedigree e de sua pompa. Muitas empresas no Brasil parecem não ter percebido ainda que a indústria motriz de nosso tempo não é mais aquela que produz ítens tradicionais de uma oficina, mas sim é a indústria do conhecimento. Apenas um exemplo: as transportadoras ainda priorizam no investimento de mais caminhões, em vez de investirem na tecnologia de um software, o qual, baseado em alta tecnologia, otimiza os recursos, as rotas, as frotas, etc, gerando, de forma inteligente, resultados muito mais significativos em produtividade. Não é à toa que, frequentemente, as empresas estrangeiras ao entrarem no país dão um ‘banho’ em produtividade e detonam a concorrência nacional. Há tempos elas utilizam largamente as tecnologias de simulação de processos e de otimização logística. A boa notícia é a de que estas tecnologias estão ao nosso alcance no Brasil, e aqui chegaram em sua forma mais evoluída. Podemos descontar boa parte de nosso atraso tecnológico queimando etapas pelas quais os estrangeiros passaram durante a forte evolução recente destas áreas. Minha sincera sugestão para um rápido e bom início é a inscrição num dos vários cursos oferecidos pela Belge. Alain de Norman et d’Audenhove / diretor da Belge Eng.